Geraldo Alckmin busca ao menos cinco partidos

11/01/2018 15:00
Contra isolamento, Alckmin busca ao menos cinco partidos
A aliados, Alckmin tem dito que o primeiro objetivo é evitar uma candidatura isolada.
 
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), começa o ano eleitoral com a meta de formar alianças nacionais para a disputa pelo Planalto com ao menos cinco legendas. Com dificuldade de fazer acordos com MDB, do presidente Michel Temer, e DEM, do deputado Rodrigo Maia, que também tem se colocado como opção, o tucano mira, no atual cenário, em partidos considerados médios, como PR, PSB, PTB, PPS, PV e Solidariedade.
 
Com o cenário aberto para a chegada de novos postulantes ao cargo, o governador praticamente já descarta a tese de que as forças políticas de centro devem convergir para um único nome. Mas considera que três candidatos podem ser demais, em referência às pretensões de Maia e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD).
 
Sem saber ao certo com quem vai disputar votos, o tucano faz contas. Calcula quanto tempo de TV cada um dos partidos potencialmente aliados pode lhe render. Alckmin quer conquistar ao menos quatro minutos, ou um terço dos 12 minutos e 30 segundos de cada bloco – o PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundos cada à campanha tucana no rádio e na TV.
 
Apesar de reconhecer o poder que as redes sociais têm para atrair ou afastar eleitores, Alckmin ainda aposta que é um bom tempo no rádio e na TV que pode levá-lo à vitória no pleito de outubro. Aconselhado por aliados, o governador tem incrementado seus perfis no Facebook, Instagram e Twitter com fotos pessoais e vídeos informativos, mas ainda duvida que um número alto de seguidores, como os quase 5 milhões que soma o deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no Facebook, possa ser decisivo em uma campanha presidencial. A interlocutores, o governador costuma dizer que “fã-clube” ajuda, mas não elege ninguém.
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Após participar do leilão de concessão do Trecho Norte do Rodoanel, Alckmin usou o termo “reforma de Estado” para explicar suas medidas à frente do governo de São Paulo. Seguindo a estratégia de se colocar como um defensor das reformas necessárias para o País crescer, o governador afirmou que o “governo não pode ser o provedor de tudo nem o executor de tudo”, tem de planejar, regular e fiscalizar, mas buscar o apoio da iniciativa privada para ver as obras saírem do papel com mais agilidade.
 
Apesar de reconhecer o poder que as redes sociais têm para atrair ou afastar eleitores, Alckmin ainda aposta que é um bom tempo no rádio e na TV que pode levá-lo à vitória no pleito de outubro. Aconselhado por aliados, o governador tem incrementado seus perfis no Facebook, Instagram e Twitter com fotos pessoais e vídeos informativos, mas ainda duvida que um número alto de seguidores, como os quase 5 milhões que soma o deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no Facebook, possa ser decisivo em uma campanha presidencial. A interlocutores, o governador costuma dizer que “fã-clube” ajuda, mas não elege ninguém.
Após participar do leilão de concessão do Trecho Norte do Rodoanel, Alckmin usou o termo “reforma de Estado” para explicar suas medidas à frente do governo de São Paulo. Seguindo a estratégia de se colocar como um defensor das reformas necessárias para o País crescer, o governador afirmou que o “governo não pode ser o provedor de tudo nem o executor de tudo”, tem de planejar, regular e fiscalizar, mas buscar o apoio da iniciativa privada para ver as obras saírem do papel com mais agilidade.
 
Fonte: Brasíliadefato
 
 

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